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A obra de Mateus Bahiense transita entre tradição e experimentação, construindo uma linguagem própria a partir da percussão e das paisagens sonoras brasileiras.

Com cinco álbuns lançados e um novo trabalho em fase de lançamento, sua trajetória revela uma pesquisa contínua sobre ritmo, escuta e criação musical.

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Marimba Geraes, álbum instrumental de Mateus Bahiense, apresenta a marimba como protagonista em composições autorais e releituras de compositores de Minas Gerais.

O disco transita entre a música brasileira, a percussão contemporânea e influências afro-mineiras.

O repertório inclui homenagens a parceiros de trajetória como Vander Lee, Mestre Jonas, Maurício Tizumba e Sérgio Pererê. Com arranjos que valorizam a riqueza sonora e o timbre da madeira, o álbum amplia o espaço da marimba na música instrumental brasileira contemporânea.

Músicos: Mateus Bahiense (marimba, bateria e percussão),  Lenis Rino (percussão). Pedro Trigo Santana (baixo), Daniel Pantoja (flauta).​

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Espinhaço é um álbum instrumental inspirado na beleza e na diversidade da cadeia montanhosa que atravessa Minas Gerais e Bahia. Uma homenagem musical à paisagem, à cultura e à história dessa região singular do Brasil.

Com dez faixas instrumentais e duas canções, o disco percorre diferentes ritmos, melodias e sonoridades, construindo uma escuta sensível e conectada ao território. A obra revela a relação entre música e paisagem a partir de uma abordagem autoral e contemporânea.

Idealizado por Mateus Bahiense, que assina arranjos e interpretações em violão, piano, marimba, bateria e percussão, o álbum conta com participações de Thiago Delegado, Daniel Pantoja, Felipe José, Luadson Constâncio, Pedro Trigo Santana, além dos cantores Kristoff Silva e Juliana Perdigão.

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O Berimbau Elétrico surge do encontro entre diferentes tendências, ritmos e linguagens musicais. O berimbau - instrumento musical brasileiro primitivo e sofisticado - se encontra com a musica eletrônica, tecnológica e desafiadora.

A mistura entre o tradicional e o experimental.    

O disco, de Mateus Bahiense, conta com a produção musical de Marcos Suzano e participação dos músicos Juninho Ibituruna, André Xina, Lenis Rino, Fred Selva, Fred Heliodoro, Aline Morales, Jabu Morales e Sergio Pererê.

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Coordenado por Mateus Bahiense, DJUN desenvolve uma pesquisa voltada às tradições musicais da África Ocidental, especialmente das regiões da Guiné, Mali, Burkina Faso e Senegal.

A formação reúne nove percussionistas, com instrumentos como dunduns, djembês, congas, balafon, kora, berimbaus e vozes, construindo uma sonoridade baseada na pulsação, na escuta coletiva e na interação entre timbres, dinâmicas e afinações.

O trabalho propõe um diálogo entre princípios circulares de movimentação e articulação musical e as melodias incisivas do djembê, resultando em uma experiência sonora intensa, coletiva e profundamente rítmica.

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AfroJazzMataz é um quarteto de música instrumental formado por Mateus Bahiense (bateria), Jonas Vitor (saxofone), Daniel Cavalcanti (baixo) e Fred Selva (vibrafone).

O trabalho se constrói a partir de grooves e rifes marcantes, aliados à improvisação livre, criando uma sonoridade dinâmica e aberta, que transita entre o jazz e as matrizes rítmicas afro-brasileiras.

Gravado ao vivo, o álbum revela a intensidade do encontro entre os músicos e a vitalidade da improvisação.

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Conspiração Tambor é um manifesto percussivo e o primeiro trabalho solo de Mateus Bahiense. O álbum propõe a percussão como elemento central da criação, deslocando o instrumento para um lugar de protagonismo na construção musical.

Os tambores dialogam em contraponto com instrumentos como flauta, violoncelo, fagote, oboé, acordeom, violão e bandolim, abrindo novas possibilidades de escuta e composição.

Inspirado pela obra e pela filosofia de Naná Vasconcelos, o disco aponta caminhos para uma abordagem expandida da percussão na música brasileira contemporânea.

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